
Anos de promessa, uma lei assinada especificamente pra forçar a divulgação. E uma pergunta que nunca sai de moda: quem mais aparece nos arquivos de Jeffrey Epstein? Em agosto de 2026, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos começou, enfim, a entregar ao Congresso americano os lotes de documentos que prometia liberar.
A pressão pela transparência nos arquivos de Epstein não é recente. Mas ganhou força de lei com o chamado Epstein Files Transparency Act, sancionado pelo então presidente Donald Trump, que estabelecia prazo pra divulgação. O Departamento de Justiça só cumpriu a exigência com atraso. Começou a repassar registros a um comitê do Congresso a partir de 22 de agosto de 2026.
Os primeiros lotes liberados incluem registros de contato de Epstein, correspondências e fotografias, segundo a cobertura de veículos que tiveram acesso aos arquivos. Reportagens brasileiras sobre a divulgação mencionam nomes de figuras públicas citadas em conversas e registros. Isso reacende o debate sobre quem sabia o quê, e há quanto tempo.
Epstein morreu em 2019, preso e sob investigação por tráfico sexual de menores. Mas o caso segue gerando manchete. Cada novo lote de documento reabre a mesma suspeita: a de uma rede de proteção que blindou nomes poderosos por anos. É esse padrão, mais do que qualquer nome específico já confirmado publicamente, que mantém o caso no radar de teóricos e jornalistas ao mesmo tempo.
Vale reforçar: até a publicação desta matéria, a divulgação dos arquivos seguia em andamento, com novos lotes sendo processados pelo comitê do Congresso. Qualquer nome citado nos documentos ainda depende de verificação e contexto antes de virar acusação.
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